sexta-feira, 11 de julho de 2008

Snoop


BOM HUMOR E RESULTADOS COMBINAM?

Naísa Modesto





Ambiente sisudo, formalidade excessiva e um clima capaz de sufocar qualquer tipo de descontração e bom humor. Todo este cenário parece ainda fazer parte da rotina de muitos profissionais que driblam esse modelo de gestão antigo para conseguir alcançar suas metas nas empresas. Sem dúvida alguma, o local de trabalho é um lugar que deve inspirar responsabilidade e seriedade, mas tudo tem limite. Em nome dessa imagem tão impecável, algumas organizações acabam criando em suas dependências um ambiente de hostilidade ou algo que se assemelha a um mosteiro, pelo silêncio e austeridade que dominam o lugar. Mas será que dá para ser diferente? Mello Jr., consultor e instrutor da GM Projetos & Assessoria, é um dos muitos visionários que acreditam ser possível conciliar trabalho, produtividade e um pouco de descontração. Ele defende a idéia de que sofremos diariamente com as pressões por busca de resultados que o mercado competitivo nos impõe, e tudo isso resulta em abalo emocional. De acordo com Mello, os líderes fazem da cobrança uma arma para manter o pulso firme com relação à conduta e ao desempenho dos colaboradores, tornando o grupo muito fechado e, por conseqüência, sem espaço algum para descontração. "Defendo que ambientes descontraídos trazem produtividade. Quando feito com profissionalismo e normas bem definidas, traz muito sucesso." O consultor traça até mesmo um paralelo com consumidores, pois as pessoas tendem a comprar mais em ambientes leves, alegres e com muito respeito. O mesmo acontece com a produtividade dos colaboradores dentro de uma empresa.








BOM HUMOR E RESULTADOS LADO A LADO





Festival de rock, prêmio para a melhor piada e um encontro na Toca dos Gatos. O que parece ser a programação de um acampamento de férias é, na verdade, o roteiro de algumas das atividades promovidas pela Kaizen, empresa que atua na área de Tecnologia da Informação. O nome da empresa tem origem japonesa e quer dizer "melhoria contínua" - o significado perfeito para quem faz tanta questão de manter um clima amistoso e agradável entre os funcionários para conseguir resultados mais do que positivos. A história da empresa começou quando os fundadores eram estagiários de uma multinacional e desfrutavam de um clima muito agradável na organização. Daniel Dystyler, um dos fundadores e hoje diretor de Gestão de Talento e Serviços da Kaizen, conta que naquela época havia uma troca de informações muito boa entre os profissionais, ambiente descontraído e investimento no desenvolvimento de funcionários. Aos poucos, já efetivados no local, eles viram aquela empresa tomar um rumo diferente e se aproximar mais de um ambiente de trabalho formal. Isso foi o pontapé inicial para que pensassem em ter um negócio próprio, pois acompanharam o impacto das mudanças de clima no comprometimento das pessoas. "Queríamos um clima divertido para que aos domingos à noite ninguém ficasse com dor, embrulhado, pensando: ‘puxa, amanhã é segunda-feira e tenho de trabalhar’.Um pouco da vocação da Kaizen tem a ver com isso, com a construção de um ambiente bacana. " Assim como acontece em todas as empresas, existem metas e resultados a serem alcançados, por isso é importante ser responsável e profissional. Para isso, investe-se em treinamentos e o foco no resultado é mantido. Com essa postura diferente, a Kaizen alcançou, no ano passado, seu recorde de faturamento e produtividade. Além disso, está entre as 30 empresas que mais crescem no setor e figura nas listas das melhores empresas para se trabalhar segundo avaliação do instituto Great Place to Work e da ComputerWorld. "Ficamos com certo receio de que as pessoas vissem nossas atividades e achassem que era uma coisa meramente engraçadinha e curiosa. Na verdade, acreditamos que isso é um modelo de negócio. As pessoas trabalham mais por conta disso e dão mais resultado para a empresa. É uma questão estratégica a empresa ser assim", conta Dystyler. Além do clima, a empresa também oferece benefícios diferentes para os funcionários, como o Kaisen Rock – festival anual organizado e apresentado exclusivamente pelos funcionários: desde o baterista até o cinegrafista que capta as imagens para a produção de um DVD do festival - fique tranqüilo com relação à qualidade das imagens captadas por um analista de sistemas, por exemplo. A empresa custeia um curso de técnicas de filmagem para os interessados. Neste ano, são mais de 60 pessoas envolvidas no projeto, que dedicam suas horas livres para a organização do festival. Os incentivos não são só culturais e pessoais. Refletem-se no bolso dos colaboradores também: 20% dos lucros obtidos no ano são divididos entre os funcionários. "É uma forma de envolvê-los com o resultado da empresa, com a gestão, com o fato de saber que cada centavo que a Kaizen economiza, por exemplo, vai virar dinheiro no bolso deles de alguma forma", explica Dystyler. A empresa também prima pela transparência: os fundadores não têm salas exclusivas e a Intranet disponibiliza uma tabela com os cargos e salários de cada funcionário. Com todos esses requisitos, fica mais fácil compreender porque o turnover é de apenas 4%, número considerado pequeno no setor de TI. Catia Nallin é gerente de projeto e trabalha na Kaizen há dez anos. Para ela, o bom clima tem influência direta nos resultados. "Acredito que a descontração do ambiente permite uma boa sinergia entre os colaboradores e uma comunicação aberta e fluida. Outro aspecto é que nossos colaboradores têm um perfil pessoal que se adapta a esta característica descontraída de trabalhar, sem perder o profissionalismo e a excelência técnica." A gerente ainda ressalta o incentivo por parte da direção para que os colaboradores participem ativamente do dia-a-dia da empresa, desde as atividades individuais até mudanças processuais para otimização, melhoria de produtividade ou redução de custos. Para auxiliar o recebimento de sugestões, foi criado o portal interno "Eureka", que possibilita que os funcionários enviem suas idéias - que podem ser simples, como a comemoração dos aniversários do mês, até a abertura de uma filial em outro Estado. As recompensas também variam de acordo com a sugestão: o colaborador pode ganhar uma camiseta com o logotipo da empresa e menção da idéia aprovada ou até mesmo tornar-se sócio da nova filial.








COMO FAZER?





Se você gostou das sugestões e dos resultados práticos da implantação de um ambiente mais descontraído, comece a desenvolver esta idéia na empresa em que trabalha. Mas tenha cuidado! "Qualquer mudança deve ser planejada, debatida em grupo/equipe e feita passo a passo, com orientação e monitoramento. Na preparação para essa mudança, é importante ouvir os colaboradores da empresa. Isso traz comprometimento do grupo", aconselha Mello. Outra etapa importante é conceituar descontração, humor e a idéia de manter um ambiente alegre. O grande desafio é gerenciar esse clima sem perder de vista o foco e a produtividade. Segundo Mello, trata-se de uma questão de liderar, e não apenas gerenciar, pois envolve o esclarecimento de conceitos e a união das pessoas em busca de um mesmo objetivo. "Resultados diferentes só se conquistam fazendo as coisas de forma diferente." Para implantar algum tipo de mudança no clima da empresa, é preciso lembrar que o primeiro passo está na elaboração de um projeto. Esteja preparado, saiba defender sua idéia, mostre como medir os resultados e boa sorte! Mello lista algumas dicas para você:



http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=9631

CURSOS TECNOLÓGICOS: GRADUAÇÃO RÁPIDA E ESPECIALIZADA

Especial

Especial
CURSOS TECNOLÓGICOS: GRADUAÇÃO RÁPIDA E ESPECIALIZADA
Naísa Modesto
Os cursos tecnológicos abocanharam de vez uma fatia do mercado formada por profissionais que antes recorriam aos cursos de graduação tradicionais. A oferta de cursos desse tipo aumentou mais de 590% entre 1994 e 2004, segundo o MEC – Ministério da Educação. Grande parte desse crescimento foi impulsionado pelo setor privado da Educação, que oferece cerca de 70% dos cursos tecnológicos no Brasil. Assim como os cursos de bacharelado e licenciatura, os tecnológicos também se enquadram no nível superior, com a grande diferença de serem planejados para ter duração de dois a dois anos e meio. Por isso, este tipo de formação pode ser uma opção para quem busca uma inserção mais rápida no mercado de trabalho. Outra diferença está na abrangência das disciplinas do curso. Enquanto os bacharéis terão uma visão mais ampla em determinada área de atuação, os tecnólogos desenvolvem-se de modo mais aprofundado em vertentes dessas áreas. Por exemplo: um curso de Administração de Empresas dá ao aluno uma visão geral da atividade, enquanto o de Gestão Hospitalar pode capacitá-lo para gerir especificamente um segmento. Assim como os demais cursos de nível superior, os tecnológicos requerem a conclusão do Ensino Médio e a aprovação num processo seletivo. Os alunos formados por esses cursos são chamados de tecnólogos e, conforme identificação do MEC, "são profissionais de nível superior com formação para a produção e a inovação científico-tecnológica e para a gestão de processos de produção de bens e serviços." Visando à padronização dos cursos, o MEC criou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, com o objetivo de alinhar esta oferta e enquadrar os cursos regularizados em determinado eixo tecnológico. O documento ainda informa sobre a carga horária mínima de 98 graduações tecnológicas, organizadas em 10 eixos.

ATENDENDO A PEDIDOS

Uma das instituições que passou a oferecer os cursos tecnológicos há seis anos é a Faculdade Impacta, em São Paulo. De acordo com o presidente da empresa, Célio Antunes, os cursos passaram a ser oferecidos para suprir uma demanda do mercado: "Percebemos que com os treinamentos e certificações que oferecíamos, o aluno conseguia entrar no mercado de trabalho. Mas em algum momento da carreira desse profissional faltava algo mais." Contemporânea à Impacta, a Unip - Universidade Paulista também passou a oferecer os cursos em virtude da demanda de alunos. "Quando vamos preparar um curso para lançamento, procuramos identificar a demanda e investigar a procura pelo serviço em uma determinada região", explica o professor Santiago Valverde, coordenador-geral dos cursos de curta duração da instituição.

FORMAÇÃO RELÂMPAGO

Antunes explica que os profissionais que já estão atuando no mercado vão se desenvolver e precisam adquirir novas habilidades, por isso é interessante apostar em um curso superior de menor duração. "O profissional precisa passar de patamar de conhecimento, universalizar seus conhecimentos. Para isso, ele precisa freqüentar uma faculdade." O caminho sugerido pelo presidente da Impacta é bastante conhecido dos profissionais da área de Tecnologia da Informação, por exemplo. Não é raro ver profissionais habilitados em cursos livres que, depois de algum tempo atuando no mercado, buscam uma formação superior em sua área. Segundo Valverde, é justamente esse perfil dos alunos que dá o tom das aulas. "Há uma condensação [do conteúdo] e procuramos oferecer um curso mais específico, eliminando conceitos muito fundamentais e direcionando o conhecimento para áreas mais especializadas." Ele também esclarece que, em virtude do contato direto dos alunos com o mercado e a forma dinâmica do conteúdo, as exigências feitas aos professores também são um pouco diferentes. Assim, docentes que tenham formação essencialmente acadêmica e pouco contato com o mercado costumam ter dificuldade em acompanhar o ritmo desse modelo educacional. Outro diferencial dos cursos tecnológicos em relação aos tradicionais é o próprio corpo discente, muito mais atuante que o habitual. "Existe grande aceitação das aulas e conceitos por parte dos alunos. Há uma discussão nas salas de aula com um nível melhor, eles interagem entre si e com os professores - até mesmo porque eles conseguem falar a mesma língua. Isso tudo é diferente em um curso de graduação, no qual a maioria é iniciante e muitos nem sabem se é aquilo realmente que desejam fazer", explica Valverde. Naísa Modesto Os cursos tecnológicos abocanharam de vez uma fatia do mercado formada por profissionais que antes recorriam aos cursos de graduação tradicionais. A oferta de cursos desse tipo aumentou mais de 590% entre 1994 e 2004, segundo o MEC – Ministério da Educação. Grande parte desse crescimento foi impulsionado pelo setor privado da Educação, que oferece cerca de 70% dos cursos tecnológicos no Brasil. Assim como os cursos de bacharelado e licenciatura, os tecnológicos também se enquadram no nível superior, com a grande diferença de serem planejados para ter duração de dois a dois anos e meio. Por isso, este tipo de formação pode ser uma opção para quem busca uma inserção mais rápida no mercado de trabalho. Outra diferença está na abrangência das disciplinas do curso. Enquanto os bacharéis terão uma visão mais ampla em determinada área de atuação, os tecnólogos desenvolvem-se de modo mais aprofundado em vertentes dessas áreas. Por exemplo: um curso de Administração de Empresas dá ao aluno uma visão geral da atividade, enquanto o de Gestão Hospitalar pode capacitá-lo para gerir especificamente um segmento. Assim como os demais cursos de nível superior, os tecnológicos requerem a conclusão do Ensino Médio e a aprovação num processo seletivo. Os alunos formados por esses cursos são chamados de tecnólogos e, conforme identificação do MEC, "são profissionais de nível superior com formação para a produção e a inovação científico-tecnológica e para a gestão de processos de produção de bens e serviços." Visando à padronização dos cursos, o MEC criou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, com o objetivo de alinhar esta oferta e enquadrar os cursos regularizados em determinado eixo tecnológico. O documento ainda informa sobre a carga horária mínima de 98 graduações tecnológicas, organizadas em 10 eixos.

Teste - Auto Estima

TESTE SUA AUTO-ESTIMA
As afirmações abaixo tem relação com o nível da sua auto-estima. Avalie até que ponto essas afirmações correspondem às suas atitudes e escreva no quadro ao lado de cada afirmação, utilizando o seguinte critério: Seja honesto(a) com você mesmo(a) respondendo aquilo que você realmente sente e não aquilo que gostaria de sentir.
0- NEM UM POUCO 1- UM POUCO 2- BASTANTE 3- MUITO 4- TOTALMENTE


1. Eu me sinto bem com as expressões do meu rosto, com meus modos, maneira de falar e de me mover.
0- NEM UM POUCO1- UM POUCO 2- BASTANTE 3- MUITO 4- TOTALMENTE

2. Eu me sinto tranqüilo (a) em falar das minhas conquistas interiores ou dos meus defeitos de maneira direta e sincera.
0- NEM UM POUCO1- UM POUCO 2- BASTANTE 3- MUITO 4- TOTALMENTE

3. Eu me sinto confortável ao receber e fazer elogios, incentivar, expressar afeto, apreciação, ou algo semelhante.
0- NEM UM POUCO1- UM POUCO 2- BASTANTE 3- MUITO 4- TOTALMENTE

4. Eu sou aberto (a) a críticas e reconheço os meus erros quando eles ocorrem.
0- NEM UM POUCO1- UM POUCO 2- BASTANTE 3- MUITO 4- TOTALMENTE

5. Eu possuo uma capacidade de falar e agir de forma tranqüila e espontânea.
0- NEM UM POUCO1- UM POUCO 2- BASTANTE 3- MUITO 4- TOTALMENTE

6. Eu costumo estar em harmonia entre o que eu digo e o que faço.
0- NEM UM POUCO1- UM POUCO 2- BASTANTE 3- MUITO 4- TOTALMENTE

7. Eu possuo uma atitude de abertura e curiosidade diante de idéias novas, novas experiências e novas possibilidades de vida.
0- NEM UM POUCO1- UM POUCO 2- BASTANTE 3- MUITO 4- TOTALMENTE

8. Eu lido de forma satisfatória com as sensações de ansiedade e de insegurança, quando estas aparecem, sabendo como superá-las.
0- NEM UM POUCO1- UM POUCO 2- BASTANTE 3- MUITO 4- TOTALMENTE

9. Eu aprecio os aspectos humorísticos da vida em mim mesmo e nos outros.
0- NEM UM POUCO1- UM POUCO 2- BASTANTE 3- MUITO 4- TOTALMENTE

10. Eu possuo flexibilidade para reagir às situações e aos desafios, pois confio em minhas idéias e não encaro a vida como uma condenação ou uma derrota.
0- NEM UM POUCO1- UM POUCO 2- BASTANTE 3- MUITO 4- TOTALMENTE

11. Eu me sinto confortável quando tenho um comportamento assertivo e aceito a mesma coisa nos outros.
0- NEM UM POUCO1- UM POUCO 2- BASTANTE 3- MUITO 4- TOTALMENTE

12. Eu consigo preservar uma qualidade harmoniosa e digna mesmo sob condições estressantes.
0- NEM UM POUCO1- UM POUCO 2- BASTANTE 3- MUITO 4- TOTALMENTE

RESULTADO DE SUA AUTO-ESTIMA
Com o resultado da soma dos pontos que você marcou respondendo as perguntas do teste, faça uma comparação com a tabela de valores abaixo. E saiba como anda a sua auto estima.

0 A 12 PONTOS
A SUA AUTO-ESTIMA ENCONTRA-SE MUITO BAIXA. É FUNDAMENTAL PARA UMA VIDA DE MAIOR EQUILÍBRIO DESENVOLVÊ-LA, ATRAVÉS DE TRABALHOS DE AUTOCONHECIMENTO COMO CURSOS E PSICOTERAPIA.

13 A 24 PONTOS
A SUA AUTO-ESTIMA ENCONTRA-SE AINDA UM POUCO BAIXA, MAS VOCÊ COMEÇA A TER ALGUNS PONTOS DE MELHORIA. É FUNDAMENTAL O FORTALECIMENTO DA MESMA, ATRAVÉS DOS RECURSOS MENCIONADOS ACIMA.

25 A 36 PONTOS
A SUA AUTO-ESTIMA É MEDIANA. VOCÊ JÁ CONSEGUIU DESENVOLVÊ-LA A UM PONTO QUE FAZ COM QUE VOCÊ TENHA UMA VIDA CONFORTÁVEL, E RELATIVAMENTE FELIZ, MAS AINDA EXISTEM PONTOS A MELHORAR.

37 A 48 PONTOS
A SUA AUTO-ESTIMA É ELEVADA. VOCÊ SÓ PRECISA MANTÊ-LA NESTE NÍVEL, CUIDANDO PARA MELHORAR OS PONTOS QUE VOCÊ JULGUE SER MAIS DEFICIENTE.

Teste - Inteligência Emocional

TESTE SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Esta avaliação foi desenvolvida por Denize Dutra, consultora do INSTITUTO MVC . Este teste aborda o posicionamento do leitor quanto ao tema Inteligência Emocional. Ë mais uma contribuição do Instituto MVC para integração do raciocínio ao intuitivo.
Sou uma pessoa...
Perguntas

sempre

quase sempre

às vezes

raramente

jamais

1. ...que persiste quando está frente a um novo desafio, não desistindo nas primeiras dificuldades ...
2. ...que procura se colocar no lugar do outro, sendo compreensiva em relação aos momentos difíceis de outra pessoa...
3. ...que consegue manifestar suas emoções de acordo com as pessoas, situações e o momento oportuno...
4. ...que consegue controlar suas emoções, mantendo a calma nos momentos difíceis...
5. ... que tem uma visão realista de si mesmo, com adequada percepção de suas potencialidades e limitações...
6. ...que consegue superar seus sentimentos de frustração quando alguma coisa não dá certo, procurando aprender com as experiências negativas...
7. ...que quando tem alguma dificuldade com outra pessoa, procura conversar diretamente com ela, evitando fofocas e mal entendido ...
8. ... que é muito difícil perder a paciência com as pessoas de que gosto. Se perco, logo recupero e me arrependo de ter perdido…
9. ... que consegue expressar suas opiniões de forma clara e percebe que é ouvida com atenção ...
10. ... que se sente segura diante das outras pessoas...

SOME O TOTAL DE CADA RESPOSTA (COLUNA)
TESTE SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONALAVALIAÇÃO DOS RESULTADOS:
Consulte os critérios sempre que tiver dúvidas na marcação de uma resposta. Evite cometer erros na atribuição dos pontos.


Avaliação dos resultados

Se obteve de 41 a 50 pontos - Sua INTELIGÊNCIA EMOCIONAL é bastante alta. Você não deve ter dificuldades para fazer amigos, e nem de relacionar-se com os outros de forma bem harmoniosa e produtiva.

De 31 a 40 pontos - Sua INTELIGÊNCIA EMOCIONAL é bastante desenvolvida , mas se você aprender a observar atentamente as pessoas ainda poderá desenvolve-la ainda mais.

De 21 a 30 pontos - Sua INTELIGÊNCIA EMOCIONAL precisa "deslanchar" . Converse um pouco mais consigo mesmo, ouça o que os outros dizem com sinceridade de você. Treine seus sentimentos de empatia e aprenda a observar com mais respeito os defeitos de outras pessoas.

De 11 a 29 pontos - Seu grau de empatia e relacionamentos não é bom. Procure ouvir mais e falar menos. Saiba gostar até mesmo de particularidades que outras pessoas apresentam e que você critica.

De 10 pontos ou menos - Sua INTELIGÊNCIA EMOCIONAL é bastante baixa. Procure compartilhar mais seus sentimentos e idéias Acredite que melhorar seus relacionamentos não é difícil, mas exige trabalho persistente, e muita disponibilidade para o outro. Procure aprender com todas as experiências , mesmo que sejam negativas, evitando repetir situações que promovam frustrações.
Analise com atenção este rápido teste, e veja exatamente quais são os pontos que você pode aprimorar !Pense de que forma estes aspectos podem estar impactando positiva ou negativamente o seu desempenho profissional e suas relações com o MUNDO !
Esta página é parte integrante do site www.guiadelogistica.com.br .

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Inglês pela Internet

http://www.englishexperts.com.br/

Inglês na ponta da Língua

http://denilsodelima.blogspot.com/

RH na Prática

INTEGRANDO RH NO CONCEITO DE MARKETING

Resumo
A valorização e reconhecimento dos clientes internos são fatores chaves para alcançar o sucesso das organizações, onde passam a ser colaboradores organizacionais. O profissional de RH trabalha no comprometimento de todos com os valores e princípios da Qualidade e o Endomarketing constitui uma das formas de atuação mais significativa desse profissional.
Falando sobre endomarketing
Para Bekin (1995), o objetivo do endomarketing é "facilitar e realizar trocas construindo relacionamentos com o público interno, compartilhando objetivos da organização, harmonizando e fortalecendo estas relações" (p. VIII).
As ações de endomarketing estão voltadas para atingir uma interação entre todos os setores da empresa a fim de atender ao cliente. A função da organização consiste não na produção de bens ou serviços, mas na aquisição e retenção de clientes, na realização de atividades que levem os colaboradores a querer trabalhar com ela.
Para alcançar o comprometimento de todos os colaboradores é necessário disseminar os valores e objetivos da empresa entre seus colaboradores; levá-los a assumir compromisso com estes valores e incentivá-los, delegando tarefas e transformando gerentes em líderes. Como resultado há um clima de confiança, de aumento de produtividade e de qualidade máxima em sua área de atuação.
O programa de endomarketing consiste em duas linhas de ação. A primeira é a de atitude, a qual inclui as ações que visam dar ao colaborador consciência da importância estratégica de um serviço orientado para atender o cliente. Significa envolver, comprometer, valorizar e qualificar o colaborador para que possa assumir responsabilidades e iniciativas dentro da empresa. A segunda linha é a de comunicação, cujo objetivo é estabelecer um amplo sistema de informações capaz de ajudar a todos no cumprimento de suas tarefas com eficiência.
Contribuição do Profissional de Recursos Humanos no Programa de Endomarketing.
O profissional de RH, ao participar do programa de endomarketing, contribui nas seguintes áreas:

Treinamento: O treinamento é qualificado como educação, transmissão de valores necessários a todo o trabalho em equipe que implicam a possibilidade de desenvolvimento profissional e humano. O profissional de RH deve detectar as necessidades da empresa para seu crescimento e a avaliação das expectativas dos colaboradores.
Os programas de integração do novo colaborador à empresa são fundamentais para auxiliar no seu envolvimento, onde são disseminados o espírito de cooperação e o trabalho em equipe, assim como informações sobre a história, produtos e serviços da organização.
Seleção: O perfil dos candidatos para cada posição deve ser preparado de acordo com a filosofia e objetivos da empresa. O profissional de RH precisa apresentar um amplo conhecimento da empresa e dos cargos em questão. A combinação da capacidade de avaliar o candidato certo com a capacidade de vender a idéia da empresa para ele torna-se um dos requisitos para o profissional de RH; pois a idéia da empresa, seu objetivo, seu nível de excelência constituem o ponto mais forte para atrair o candidato e encantá-lo, da mesma maneira como a empresa deve encantar o cliente externo.

Planos de carreira: Os planos de carreira são válidos para o endomarketing, à medida que contêm as funções do cargo em questão, as qualidades para exercê-lo, a atitude desejável e o objetivo final da empresa. Os planos de carreira devem estar abertos a mudanças e atualizações e de acordo com a cultura organizacional da empresa. O profissional de RH deve estar atento às mudanças organizacionais e propor planos de carreira atualizados.
Motivação: O que caracteriza precisamente o endomarketing é seu objetivo de estabelecer um processo permanente de motivação do colaborador, tratando-o como cliente interno. A motivação das pessoas é a base para a harmonia e eficiência no ambiente organizacional. O profissional de RH precisa desenvolver pesquisa de clima organizacional, objetivando verificar o grau de motivação de seus colaboradores.

Trabalho em Equipe: Um dos aspectos básicos do endomarketing é o trabalho em equipe, pois a valorização do indivíduo é decorrente da função que este exerce dentro do grupo. O envolvimento dos colaboradores no processo de planejamento e de tomada de decisão facilita sua identificação com os objetivos da empresa e possibilita aos colaboradores sentirem-se parte integrante da empresa.
No processo de endomarketing o ambiente significa valores compartilhados, um ambiente formado pelo acesso de todos ao conhecimento, pela cooperação efetiva, pela liberdade de iniciativa. O profissional de RH empenha-se no sentido de incentivar o trabalho em grupo e a participação.

Liderança: O líder trabalha com o grupo e para o grupo, tem perfil democrático, divide responsabilidades, delega poderes, dialoga e ouve. Assim, surge a necessidade e o desafio de ensinar aos líderes como tratar o ser humano. A liderança é considerada um meio de focar e motivar o grupo para o alcance de seus objetivos. O profissional de RH trabalha no desenvolvimento de líderes, conceituando líder aquele que dá sustentação a seu grupo.

Comunicação: O profissional de RH tem atuado no processo de comunicação, identificando informações distorcidas e incompletas e trabalhando no sentido de criar espírito de equipe no grupo e levar a diretoria para tomar decisões sobre o programa de comunicação.
Concluindo, o profissional de RH utiliza as várias técnicas do endomarketing, ao segmentar as funções, o conceito e a prática de cliente interno, objetivando melhorar o ambiente profissional; ao explorar os talentos individuais; ao incentivar o trabalho em equipe, propiciando resultados significativos no tratamento com os clientes externos e ao desenvolver um sistema de comunicação que auxilie os membros organizacionais no cumprimento de suas atividades a nível excelente. O profissional de RH precisa estar atento, prever as tendências do mercado e apresentar as melhores soluções que se enquadrem à cultura organizacional.

Bibliografia
BEKIN, Saul F. Conversando sobre Endomarketing. São Paulo: Makron Books, 1995.FELIPPE, Maria Inês. Criatividade, ousadia e ética: palavras chaves para o RH. RH em Síntese, SP: Gestão e RH Editora, p.24-26, março/abril 1999.CERQUEIRA, Wilson. Endomarketing: educação e cultura para a qualidade. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1994.DORNELLAS, Helena S. RH: agentes eficazes na obtenção da qualidade. Treinamento e Desenvolvimento, São Paulo, p. 33 –34, junho 1994.

Dados da Autora
Rosana Marques da SilvaFormação em PsicologiaMestre em Engenharia de Produção: Área de Qualidade e Produtividade com enfoque em Recursos Humanose-mail: sanamarques@uol.com.brTel: (0XX48) 2381872

Curso

CASO NÃO CONSIGA VISUALIZAR ACESSE: www.positivarh.com/deficiencianasempresas

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Curso para Jovens ingressar no Mercado de Trabalho

Caros amigos,
o SENAC-Lapa Tito está oferecendo um curso inteiramente GRATUITO,onde visa preparar jovens para o mundo do trabalho.
o Curso tem duração de 330 horas
de: 07/07 a 05/12/08 na unidade da Rua Tito.Acessar www.sp.senac.br e verificar o endereço da unidade.
Pré requisitos
Jovens de 15 a 21 anos,cursando Ensino Fundamental ou Médio,com renda familiar de até 2 salários mínimos e interesse em questões relacionadas ao trabalho.
Demais informações e inscrições através do telefone 6888-5537 falar com Fernanda.
Abraços
Selma

quinta-feira, 26 de junho de 2008

GRINAPE - GRUPO INFORMAL DE ADMINISTRADORES DO PESSOAL

PALESTRA: Compulsividade

Assuntos abordados:
- Compulsividade Conceito;
- Tipos de Compulsividade;
- Reforço à Compulsividade;
- Resultados da Compulsividade;
- Compulsividade e Desenvolvimento Tecnólogico eSocial;
- Drogas Lícitas e Drogas Ilícitas;
- Sinais de Utilização;
- Como Tratar.

PALESTRANTE: Dr. Ricardo Fernandes de Assunção
Médico Pneumologista na Cidade de Santos, Especialista em Acumpuntura, Pós-Graduado em Medicina do Trabalho, Saúde Pública e Administração Hospitalar, Diretor da CAT - Clínica de Assistência ao Trabalhador e Sub Chefe do Hospital da Polícia Militar do Estado de São Paulo.


DATA: 26/06/2008 - 19hrs.

LOCAL: Restaurante Florestal Demarchi
Av. Maria Servidei Demarchi, 2998 - Bairro Demarchi
São Bernardo do Campo (SP) - Tel.: (11) 6823 0222

RESPONSABILIDADE SOCIAL: Levar uma embalagem com macarrão que será doada à Instituição Assistencial Casa do Caminho Ananias - www.caminhoananias.cjb.net - Tel.: (11) 4991 7543

SOLICITAMOS CONFIRMAR PRESENÇA: wveiga@poyatosvega.com.br ou Tel.: (11) - 4990 1500

O GRINAPE APOIA AS AÇÕES DAS ENTIDADES:


Centro Público de Emprego, Trabalho e Renda - Prefeitura de Santo André
11 – 4979 3699
www.central.org.br
Circuito Cidadão
11 – 4432 4242
www.circuitocidadao.com.br
Instituição Assistencial "Casa do Caminho Ananias"
11 – 4991 7543
www.caminhoananias.cjb.net
Prêmio Desempenho da Revista Livre Mercado
11 – 4426-5848
www.livremercado.com.br
Rotary Clube Internacional

www.rotarybrasil.com.br
ENTIDADES QUE APOIAM O GRINAPE:
APS - Eventos
11 – 4426 5848
micheloni.cerimonial@terra.com.br
ATF – Audiometria Ocupacional e Ginástica Laboral
11 – 6979 4325

BWG RH - Mão de Obra Temporária e Terceirizações
11 – 4990 8028
comercial.bwg@terra.com.br
Clap Consultoria
11 – 5072 2014
www.clapcons.com.br
COOP – Cooperativa de Consumo
11 – 4991 9557
www.coop-sp.com.br
DenteEmergência - Centro de Odontologia
11 – 4990 0652
www.dentemergencia.com.br
DRH - Desafío Recursos Humanos
11 – 4438 9166
www.drh.com.br
Dual Comp Informática
11 – 3226 2244
www.dualinformatica.com.br
NVH – Nova Visão Humana – Serviços
11 – 4438 4290
www.novavisaohumana.com.br
ÔMEGA SAÚDE – Assistência Médica
11 – 4990 1500
www.omegasaude.com.br
Personal Log – Suporte Empresarial - Grupo Trasnportadora Grande ABC
11 – 4360 6103
www.tgabc.com.br
Pich Consultoria e Assessoria Empresarial em RH
11 - 9249 1777
pich.consultoria@uol.com.br
Pousada Albuquerque – Pantanal
11 – 4994 3333
www.pousadaalbuqerque.tur.br
Poyatos & Vega Consultoria em Planos de Saúde e Odontológicos
11 – 4990 1500
www.poyatosvega.com.br
Principiare Consultoria - Desenvolvimento Humano
11 - 4990 8909
www.principiare.com.br
Restaurante Florestal Demarchi
11 - 4347 0222
www.resturanteflorestal.com.br
Restaurante e Pizzaria “Babbo Raffaele”
11- 4438 9904
Av.Lino Jardim, 737 - B. Vista – S.A.
Revista Profissional & Negócios
11 – 5585 9400
www.rhcentral.com.br
RM Empresarial – Terceirização e Consultoria em RH
11 – 3336 3100
www.rmempresarial.srv.br
TRC - Security Consulting
11 – 2829 4382
www.security.com.br
Victor Brindes
11 – 5183 2013
www.victorbrindes.com.br



-----------------------XXXXXXXXXXXXXXX-----------------------------

Juntos podemos praticar a vida!

30 de Agosto de 2008 - Mc Dia Feliz do Grande ABC

Rotary Clube Santo André

Saiba como sua Empresa e Você podem participar

Verba destinada à Associação Projeto Crescer do ABC

Sua Colaboração irá ajudar o tratamento de crianças e adolescentes que sofrem de câncer.

www.apcabc.com. br / www.pratiqueavida. com.br

Colaboração: Rotary Santo André - Alvorada

-----------------------XXXXXXXXXXXXXXX-----------------------------



Convidamos para a reunião do GERS
– Grupo de Estudos de Responsabilidade Social da AAPSA –
que terá como tema:


Como as Empresas podem Promover a Integração da Diversidade nas Equipes de Trabalho



Dando continuidade ao tema iniciado na reunião de junho sobre Responsabilidade Social na Contratação, iremos discutir na reunião de julho como os profissionais representantes da diversidade podem ser integrados às equipes de trabalho existentes na empresa.

Não basta apenas a oportunidade de contratação de pessoas, independente do sexo, raça, idade, origem, orientação sexual, religião, deficiência física, condições de saúde, etc., assim como membros de grupos que geralmente sofrem discriminação na sociedade. Há a necessidade de acompanhamento e garantia de que este posicionamento socialmente responsável e o respeito às diferenças serão mantidos no desenvolvimento das tarefas do dia-a-dia e na interação com os colegas de trabalho.

Para debater o tema de forma interativa, formaremos um painel com representantes da Sub-Prefeitura de Santo Amaro, do SENAI Ari Torres, da Associação CRESCER e da ASAM; gestores de RH e Responsabilidade Social das empresas MWM International e Hochtief do Brasil, além da LC Inclusão, que apresentarão seus cases de integração da diversidade, abordando a questão da população idosa no mercado de trabalho, a integração de jovens através da lei do Aprendiz e a integração de pessoas com deficiências sensoriais e mentais.


Data: 02 de julho de 2008 - quarta - feiraHorário: 8h30m às 12h
Local: Sede AAPSA Rua Mário Lopes Leão, 534 – Santo Amaro


A reunião é destinada aos colaboradores de empresas associadas da AAPSA, que terão entrada gratuita, e aberta a convidados mediante taxa de R$ 20,00.


Inscrições e Informações no tel 5686-3068
ou através do e-mail
responsabilidadesocial@aapsa.com.br

www.aapsa.com.br

segunda-feira, 19 de maio de 2008

A comunicação verbal em 5 dimensões


Cada vez mais o mercado de trabalho exige pessoas competentes e hábeis, que possuam atitudes proativas e positivas. Dentre essas competências, que não são desenvolvidas no sistema educacional, é imprescindível destacar a comunicação verbal. Para uma reflexão mais detalhada, é necessário uma análise sobre algumas ramificações da comunicação verbal. Aproveite para rever a forma como lida com essas situações ou se está no momento de investir nesse desenvolvimento.


Comunicação na dimensão emocional – Trata de como enfrentar o medo de falar em público e lidar com as seguintes manifestações: tremedeira, gagueira, sudorese, “branco” e pavor em certas situações, além de desenvolver a arte da empatia, saber ouvir e se flexibilizar para aceitar o outro incondicionalmente.


Comunicação na dimensão vocal – Fala sobre como utilizamos e podemos usar nossa voz, dando brilho e colorido à fala através da musicalidade e teatralização.


Comunicação na dimensão corporal – Trata da comunicação do corpo por meio dos gestos, olhar, expressão facial, aparência, estilo, maneira como nos movimentamos e nos apresentamos fisicamente com nossa postura e roupas


Comunicação na dimensão técnica – Estuda a gramática, o vocabulário, a língua, a estruturação e organização dos pensamentos.


Comunicação na dimensão espiritual – Aborda o caráter, a ética e os valores pelos quais uma pessoa pauta seus comportamentos e atitudes, identificando-os.


Esse resumo mostra a abrangência dessa habilidade esquecida, mas muito importante para aqueles profissionais que desejam não apenas permanecer no mercado como também progredir, evoluir, atingir patamares mais elevados, destinados aos que souberam superar limites para mostrar e fazer valer seu real potencial ao desenvolvê-la.


Fonte:Motivaonline (por Reinaldo Passadori) – Adaptação HGM Consultores

Demissão ofensiva pode causar dano moral


O empregado que se sente ofendido ou discriminado na hora da demissão, contudo, pode entrar com uma ação contra a empresa por danos morais, de acordo com o professor de direito do trabalho da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica)

Renato Rua de Almeida.


"Mas é muito difícil conseguir a indenização. É preciso que o funcionário tenha provas documentais ou testemunhais de que realmente foi ofendido."


Caso o empregado não tenha como provar a ofensa, pode entrar com uma denúncia na Delegacia Regional do Trabalho. "O fiscal terá de ir à empresa e verificar se a ofensa de fato aconteceu. Só que, nesse caso, a penalidade não será uma indenização, e sim uma multa administrativa", explica a advogada Sônia Mascaro Nascimento, presidente da Comissão de Direito de Trabalho da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).
Se o fiscal constatar que a atuação ofensiva é da cultura ou da política da firma, acrescenta Nascimento, a denúncia deverá ser encaminhada ao Ministério Público do Trabalho, que poderá ingressar com ação de dano moral coletivo.



Saiba o que receber em caso de demissão sem justa causa:


1. Aviso prévio e saldo de salários referente aos dias em que o empregado trabalhou até ser demitido;


2. 13º salário e férias proporcionais (mais um terço desse valor) referentes aos meses trabalhados;


3. Multa de 40% sobre o valor total depositado na conta vinculada do empregado, o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço);

O que as empresas ocidentais fazem quando os operários da China começam a exigir melhores salários e condições?

O que as empresas ocidentais fazem quando os operários da China começam a exigir melhores salários e condições?

Fácil -transferem a produção para um país mais barato. A perda da China é o ganho do Vietnã
De Alexander Jung e Wieland Wagner
fonte site uol.

A potência manufatureira do mundo precisa de novos trabalhadores com baixos salários, e este é o motivo do homem de terno preto estar falando até ficar rouco. "Não demorem", ele diz às pessoas reunidas ao seu redor, pressionando sua boca contra o microfone. "Nós cuidaremos de tudo em minutos e vocês terão trabalho imediatamente."O homem, cujo nome é Zhou Liang, trabalha para uma agência de empregos privada, que tem seu escritório em um terminal de ônibus em Shenzhen, o centro industrial no sul da China. Ônibus chegam constantemente ao terminal vindos de toda a China, trazendo uma nova oferta de trabalhadores migrantes jovens.
Mas Zhou, o agente de empregos, soa desesperado, como alguém tentando vender um produto que ninguém quer. Cartazes na parede anunciam os empregos mais mal remunerados do mundo. Uma grande quantidade de fábricas está à procura de trabalhadores, mas elas pagam apenas um salário mínimo mensal de 750 yuans, ou cerca de US$ 107, e isto para uma carga horária de oito horas por dia, cinco dias por semana. Mas trabalhando horas extras e fins de semana, anuncia Zhou, na esperança de interessados, os trabalhadores podem ganhar até duas vezes mais.Ele conseguiu atrair 40 candidatos e pede para que façam três filas. Um deles é Zhong Xia, 20 anos, da província de Sichuan. A bagagem dela consiste de uma mala e um balde de plástico. O balde é para que possa lavar suas roupas no dormitório da fábrica onde provavelmente morará em breve, dividindo um quarto com várias outras mulheres.A mulher recebe um emprego para montar componentes elétricos, incluindo cabos e plugues. É um começo, e melhor do que nada, ela diz rapidamente antes de seu grupo ser conduzido para uma fila de espera de microônibus que levarão os trabalhadores para as fábricas. Todo o processo é concebido para acontecer o mais rapidamente possível, para impedir os trabalhadores de mudar de idéia no último minuto. Atualmente, mão-de-obra se tornou um bem em falta na China.Há uma escassez de 2 milhões de trabalhadores apenas no delta do Rio Pérola, a zona industrial da China adjacente a Hong Kong, onde empresas como Adidas e Mattel têm seus produtos fabricados. Os fabricantes de lá competem implacavelmente por mão-de-obra, disputando desesperadamente cada trabalhador. Esta luta marca um novo capítulo na história da globalização.Por um longo tempo parecia que a China, com seus 1,3 bilhão de habitantes, oferecia ao mundo uma reserva inesgotável de mão-de-obra barata. Era a base da receita para o sucesso que o reformista Deng Xiaoping prescreveu ao país há 30 anos. Empresas estrangeiras terceirizariam a produção de bens simples para a China. E os comunistas lhes forneceriam os trabalhadores que precisassem.Todos se beneficiaram com o arranjo. Cerca de 300 milhões de chineses foram retirados da miséria e a China se transformou na principal fornecedora para os países industrializados. Os consumidores no Ocidente ficaram satisfeitos por poderem comprar camisetas e tênis baratos.Mas agora este sistema simbiótico não está funcionando tão bem quanto no passado. O boom econômico nas províncias mais pobres do oeste do país provocou a redução do afluxo de trabalhadores migrantes, à medida que muitos chineses preferem procurar emprego mais perto de casa. Isto, por sua vez, forçou as empresas a reverem completamente suas suposições.Os custos estão subindo por toda parte. A escassez de mão-de-obra tornou a produção mais cara, à medida que os trabalhadores agora podem exigir salários mais altos. Uma lei trabalhista mais rígida, matérias-primas mais caras e a valorização do yuan chinês frente ao dólar também contribuíram para a alta dos custos. A inflação chegou recentemente a 8%. O papel da China como destino supremo de produção de baixo custo está rapidamente se tornando história.Investidores alemães, antes atraídos pelos baixos custos do Extremo Oriente, começaram a perceber recentemente que as vantagens financeiras de terceirizar a produção para a China começaram a desaparecer. "Conseguir lucro está ficando cada vez mais raro", relata o consultor Wilfried Krokowski, que é especializado em ajudar empresas alemãs a entrarem no mercado chinês.Como resultado, regiões manufatureiras como o delta do Rio Pérola estão experimentando um verdadeiro êxodo. Segundo uma pesquisa da Câmara de Comércio dos Estados Unidos em Xangai, uma entre cinco empresas já está pensando em sair da China. Muitas estão levando suas fábricas para lugares onde os salários agora são mais baixos, como Vietnã, Bangladesh ou Índia.Ou fecham completamente, como a Boji Company. Até recentemente, a Boji era uma das maiores produtoras mundiais de árvores de Natal artificiais, empregando 20 mil pessoas. Agora seu complexo de prédios em Shenzhen está abandonado e suas lojas de fábrica fechadas. "Nós queremos nosso dinheiro", fornecedores irados picharam nas paredes.Apenas em dezembro e janeiro, mais de 1.000 empresas deixaram o delta do Rio Pérola. A maioria era de Taiwan ou da vizinha Hong Kong. Mas eram apenas a ponta do iceberg. Segundo Stanley Lau, o vice-chefe de uma federação de empresas de Hong Kong, 10% de até 70 mil empresas manufatureiras de pequeno e médio porte na área provavelmente fecharão as portas neste ano. Cerca de 4 mil empresas no setor de calçados, diz Lau, já fecharam.O que é mais surpreendente neste êxodo é que ninguém na China está preocupado com a partida destes estabelecimentos escravizantes. Não há grandes protestos ou apelos desesperados por parte de políticos. Pelo contrário, a mudança é intencional.Os planejadores da China sabem que seu país não tem futuro como produtor de baixo custo. Seguindo os passos do Japão e da Coréia do Sul, eles estão convertendo sua base industrial, na esperança de catapultar a indústria chinesa para o nível de alta tecnologia. É uma mudança que os estrategistas comunistas de Pequim estão promovendo tão energicamente como apenas ditaduras são capazes.Pequim eliminou recentemente alguns incentivos para investidores estrangeiros, incluindo isenções de imposto de renda de pessoa jurídica e reduções de alíquotas para muitos bens exportados. Como resultado, se tornou quase impossível ter lucro com a exportação de certos produtos, como couro para calçados.Ao mesmo tempo, Pequim busca promover a "harmonia" social que o líder do Partido Comunista e presidente, Hu Jintao, apregoa constantemente. É uma campanha que visa neutralizar a crescente insatisfação na República Popular. Os súditos de Pequim estão se tornando mais cientes de seus direitos e não estão mais dispostos a serem explorados.Em intervalos de poucos dias, os operários da Clever Metal&Electroplating, em Shenzhen, param repentinamente de trabalhar. Vestindo uniformes azuis com números amarelos fixados neles, eles se sentam à beira da estrada, parecendo suficientemente inofensivos -quase como se estivessem fazendo um piquenique. Mas o clima é tenso.Os trabalhadores dizem que estão esperando por seu salário há duas semanas. Eles especulam que os administradores da empresa estão ficando sem dinheiro, assim como eles gradualmente estão perdendo a paciência. "Eu pinto molduras de metal por até 12 horas por dia", se queixa um funcionário, "e a máscara fina que uso não impede o cheiro forte".As condições ainda não melhoraram significativamente em muitas fábricas chinesas. Os empregadores pagam salários de fome, deixam de dar crédito pelas horas extras e arruinam a saúde de seus funcionários. Uma operária da Taiway, uma fornecedora para a indústria de material esportivo, descreve quão dura é a vida nos bastidores de uma fábrica chinesa.Usando um dispositivo apenas ligeiramente maior do que uma escova de dente, ela passa até 10 horas por dia aplicando cola em solas de calçados. O cheiro é terrível e ela freqüentemente sofre de dores de cabeça. Apesar da empresa ter distribuído máscaras, diz a funcionária, elas são tão ineficazes que quase ninguém as usa -exceto quando os inspetores fazem visitas.Toda noite ela cai exausta na cama. Ela compartilha um quarto com seis outras mulheres no dormitório de propriedade da empresa. Não há chuveiros para os funcionários, que precisam carregar água quente em baldes para se lavarem.No passado, os chineses tolerariam em silêncio essas condições. Mas agora eles não estão mais dispostos a aceitá-las, e até mesmo podem esperar apoio do governo. A nova lei trabalhista, introduzida no início do ano, garante aos funcionários maior proteção contra demissão e maiores pagamentos rescisórios. Também aumenta os custos para as empresas, especialmente os produtores que pagam baixos salários.
Tradução: George El Khouri Andolfato
Visite o site do Der Spiegel

terça-feira, 13 de maio de 2008

Feliz dia das Mães!!!

















No dia em que Deus criou as mães (e já vinha virando dia e noite há seis dias), um anjo apareceu-lhe e disse:- Por que esta criação está lhe deixando tão inquieto Senhor?E o Senhor Deus respondeu-lhe:- Você já leu as especificações desta encomenda? Ela tem que ser totalmente lavável, mas não pode ser de plástico. Deve ter 180 partes móveis e substituíveis, funcionar à base de café e sobras de comida. Ter um colo macio que sirva de travesseiro para as crianças. Um beijo que tenha o dom de curar qualquer coisa, desde um ferimento até as dores de uma paixão, e ainda ter seis pares de mãos.O anjo balançou lentamente a cabeça e disse-lhe:- Seis pares de mãos Senhor? - Parece impossível !?!Mas o problema não é esse, falou o Senhor Deus - e os três pares de olhos que essa criatura tem que ter?O anjo, num sobressalto, perguntou-lhe:- E tem isso no modelo padrão?O Senhor Deus assentiu:- Um par de olhos para ver através de portas fechadas, para quando se perguntar o que as crianças estão fazendo lá dentro (embora ela já saiba); outro par na parte posterior da cabeça, para ver o que não deveria, mas precisa saber, e naturalmente os olhos normais, capazes de consolar uma criança em prantos, dizendo-lhe: - "Eu te compreendo e te amo! - sem dizer uma palavra.E o anjo mais uma vez comenta-lhe:- Senhor...já é hora de dormir. Amanhã é outro dia.Mas o Senhor Deus explicou-lhe:- Não posso, já está quase pronta. Já tenho um modelo que se cura sozinho quando adoece, que consegue alimentar uma família de seis pessoas com meio quilo de carne moída e consegue convencer uma criança de 9 anos a tomar banho...O anjo rodeou vagarosamente o modelo e falou:- É muito delicada Senhor!Mas o Senhor Deus disse entusiasmado:- Mas é muito resistente! Você não imagina o que esta pessoa pode fazer ou suportar!O anjo, analisando melhor a criação, observa:- Há um vazamento ali Senhor...- Não é um simples vazamento, é uma lágrima! E esta serve para expressar alegrias, tristezas, dores, solidão, orgulho e outros sentimentos.- Vós sois um gênio, Senhor! - disse o anjo entusiasmado com a criação.- Mas, disse o Senhor, isso não fui eu que coloquei. Apareceu assim...
(autor: desconhecido)

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Ética nos Negócios



Mais vale um código de ética na mão do que discursos longe da prática
terça-feira, 6 de maio de 2008
por Leandro Fernandes

Discursos bonitos não são suficientes. A prática é que são elas . Entretanto, estabelecer um código de ética é o primeiro passo para que uma organização se conduza por essa linha. Logo, o ditado mais vale um código de ética na mão que dois voando faz algum sentido. É o que pensa o diretor-presidente do instituto Brasileiro da Ética nos Negócios, Douglas Flinto. “Trata-se de um instrumento de extrema relevância para a melhoria da gestão da empresa e o aumento da reputação corporativa, dentro e fora dos seus muros”, afirma.

Entretanto, no Brasil, possuir e divulgar um código de ética é algo praticado por poucas empresas. Pelo menos foi o que mostrou a Pesquisa Código de Ética Corporativo 2008, realizada pelo instituto, que envolveu as empresas listadas nas listas das maiores empresas em atuação no Brasil. O estudo deu conta de que apenas 29,6% dessas empresas possuem ou têm disponíveis seu código em ética no website. Para Flinto, ainda que longe do ideal, esse número é positivo ser considerarmos o fato de que a ética vem se denegrindo nos últimos anos.

Em entrevista ao CanalRh, Flinto falou sobre essas e outras questões ligadas à ética corporativa, como a ausência de alinhamento entre discurso e prática e a prática do marketing da ética.

Confira abaixo os principais trechos da entrevista:

CanalRh: O que o senhor tem a dizer sobre a ética nos negócios no Brasil?
Douglas Flinto: Infelizmente as coisas estão piores do que no passado. No passado, quando se falava em fio do bigode, se você fazia um acordo com uma empresa ou com uma pessoa você tinha isso auditado pelo fio do bigode, ou seja, pela sua palavra. Hoje em dia as pessoas assinam contratos e conseguem não cumprir esses contratos. Daí, quando a parte prejudicada vai à Justiça, essa demora 20 anos para resolver a questão. Hoje se ouve falar muito em sustentabilidade, em responsabilidade social e ambiental, que são coisas extremamente importantes, evidentemente, mas nós não ouvimos falar muito de ética. E aí, quem fala é visto como o chato, como o cara do outro planeta. No entanto, a situação do planeta vai chegar a um ponto que só poderá ser revertido por meio da ética.

CanalRh: Qual o papel das empresas na formação dos valores éticos de uma sociedade?
Flinto: Desde os primórdios as empresas têm um papel decisivo na formação das sociedades. A gente passa grande parte da vida dentro das empresas. Logo, a empresa tem um papel primordial na complementação da formação de todos que estão ali dentro. Grande parte dos problemas que temos hoje foi criado pelas empresas, e serão elas que irão reverter todo esse quadro de degradação social e ambiental. Elas têm a influência e o dinheiro necessário para isso.

CanalRh: Como o Brasil está em relação a outros países quando o assunto é Ética nos negócios?
Flinto: Apesar de crer que ética é uma coisa só em qualquer lugar do mundo, acho que a diferença está na cultura. Nós estamos evoluindo em relação a nós mesmos, mas estamos atrasados em relação à Europa e EUA, principalmente em relação às punições para quem apresenta falta de ética de conduta, um fator fundamental. No Brasil, a mídia está muito preocupada em noticiar a corrupção tanto na esfera pública quanto privada. Nunca se viu tanta notícia sobre corrupção como temos hoje. O problema é que vivemos num país de muita impunidade. Políticos roubam o País, empresários roubam os acionistas, empresas têm mania de fazer maquiagem de produtos, lesam o consumidor e não existe punição exemplar, que é a contrapartida da ética. Nos EUA, um executivo que faz algo errado é punido por isso, o mesmo serve para os políticos. Aqui é raro ver alguém envolvido em escândalos receber punição.

CanalRh: Em relação à pesquisa, cerca de 70% das empresas não possuem ou não divulgam seu código de ética. Como o senhor interpreta esse número?
Flinto: Muitas dessas empresas não têm, mas muitas têm e não divulgam publicamente. São poucas as que colocam seu código na sua internet. Ainda há um destaque maior para responsabilidade social e sustentabilidade, mas creio que isso vá mudar. Quase 30% das empresas pesquisadas colocavam seus códigos de ética no website. Se somarmos esse índice ao das empresas multinacionais que atuam no Brasil e que divulgam seu código no site mundial da companhia temos um número mais expressivo (50%), ainda que esteja longe do ideal. Entretanto, temos de destacar que aquelas que colocam seus códigos à disposição de todos, dizem claramente que são empresas sérias, corretas e que vão enveredar seus esforços com o intuito de seguir aquele código.

CanalRh: Qual é a real importância de um código de ética?
Flinto: É evidente que não é o código que vai fazer uma empresa ser mais ou menos ética. Mas ele é o princípio de tudo. O código de ética é a constituição da empresa, é a lei maior dela. É lá que se colocam os valores, a cultura, os princípios da empresa e como ela vai agir com todos os seus públicos. É no código de ética que qualquer stakeholder sabe como aquela organização atua. Esse instrumento é de grande valia para ser o norteador da empresa. De acordo com a nossa pesquisa, poucas empresas divulgam seu código de ética no seu principal meio de divulgação, que é a Internet. Acredito que a partir do resultado da pesquisa, muitas empresas vão passar a se preocupar em elaborar esse que é o principal instrumento de gestão de uma organização. Esse é o primeiro passo para a empresa dizer ao público que está preocupada com a ética nos negócios.

CanalRh: A pesquisa cita a falta de alinhamento entre discurso e prática. Sem essa coerência o código fica sem valia?
Flinto: O grande problema do mundo empresarial está no gigantesco abismo existente entre o discurso corporativo e a prática empresarial. Muitas empresas têm um discurso muito bonito. Um discurso socialmente responsável, ambientalmente correto. Um discurso que persegue a sustentabilidade, mas na prática faz exatamente o contrário. Muitas empresas ainda usam o que eu chamo de marketing da ética.

CanalRh: O que é o marketing da ética?
Flinto: É quando a empresa usa essa grande ferramenta, que é o marketing, e, a um custo muito barato, constrói uma imagem que ela não tem. São os famosos projetos de responsabilidade social e ambiental, que, no final das contas acabma ajudando alguém, mas não é suficiente. São empresas que têm discurso, que investem no terceiro setor, que têm o seu instituto, sua fundação. Mas, por outro lado, pagam propina, subornam, atrasam salários. Ela não é ética; porque ética abrange todos os sentidos. Uma coisa não compensa a outra. A empresa tem que ter atuação correta, responsável e tem que exigir que os seus funcionários também tenham. Vai chegar um dia em que o consumidor é que vai determinar que empresa ficará aberta ou não. Essa visão já existe e tende a ficar mais forte a cada dia. Os consumidores se preocuparão mais se as organizações conduzem seus negócios com ética de conduta. Sem ética nos negócios não existe responsabilidade social ou ambiental e tampouco sustentabilidade. A ética nos negócios será o pilar de sustentação das corporações no Brasil e no mundo.

CanalRh: Essa ausência de comportamento ético e de alinhamento com o discurso é resultado de concessões feitas no topo das organizações? Qual o efeito disso para baixo?
Flinto: O exemplo é tudo. Há alguns dias eu vinha de Campinas para São Paulo e estava na velocidade limite, quando passou por mim um carro oficial, de placa de bronze e que levava um desembargador, a uma velocidade absurda. Quer dizer, o homem que tem o dever de fazer cumprir a lei estava dando um péssimo exemplo. O principal executivo, a diretoria e a alta gerência têm de ser o exemplo para os demais funcionários. São esses funcionários que serão líderes no futuro. Não adianta ter um código de ética e o conselho chegar para o líder e dizer que se precisar extrapolar algum limite para vender que ele o faça. Hoje, se ouve falar muito de assédio moral dentro das organizações e elas acham que isso vale desde que haja resultado, mas os fins nunca justificam os meios. É preciso focar na forma como se atinge os resultados e buscar o resultado ético.

CanalRh: Mas como mudar um comportamento que vem de cima? Como se muda uma cultura que vem do topo?
Flinto:Existem dois caminhos. Ou o líder diz que não vai fazer, e muito provavelmente ele vai perder o emprego. Ou ele mantém o emprego dele tomando a decisão errada. Um líder ético não compactua com essas coisas, não faz concessões. Se ele se depara com a possibilidade de fazer algo que contraria o código de ética ele toma a decisão correta e se perder o emprego por isso irá procurar uma empresa séria. Para ele, a consciência tranqüila vale mais que a posição que ocupa. Os profissionais de uma maneira geral já têm essa visão, de procurar empresas sérias e essas empresas também querem esses profissionais. Eu sempre atuei em empresas de petróleo e em uma dessas, a francesa Agip, eu tive de denunciar outro diretor para o conselho em razão de algo que afetava o código de ética da empresa. Após duas semanas fui demitido por quebra de confiança. Nesse caso, nota-se que o código servia apenas para estética e não para a ética. Acredito que haja muitas pessoas nessa mesma situação. Muitas irão perder o emprego, mas no final a ética sempre vale mais a pena.

Piadinha


MUITO BOA MESMO
No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
-Quantos rins nós temos?
-Quatro! - Responde o aluno.
-Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.
-Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala. - ordena o professor a seu auxiliar.
-E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou mais irado ainda e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barăo de Itararé'.
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
-O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro: dois meus e dois seus. 'Nós' é uma expressăo usada para o plural. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.
A vida exige muito mais compreensăo do que conhecimento! As vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...
E haja capim!!!

terça-feira, 29 de abril de 2008

Como se tornar voluntário?



Como se tornar voluntário ?


Existem diversas formas e oportunidades de participação:

Realizando ações individuais - Por exemplo: profissionais liberais (médicos, advogados etc.) que atendem a uma organização social ou pessoas carentes, ou outras iniciativas como estimular matrículas de crianças em escolas, alfabetizar adultos, doar sangue, dar aulas de artesanato, incentivar a coleta seletiva de lixo.
Participando de campanhas - Por exemplo: as campanhas de doação de sangue, de coleta de livros, de brinquedos, de alimentos, de reciclagem de lixo, do trote cidadão, pela paz, pelo voto consciente, entre outras.
Juntando-se a grupos comunitários - Apoiar a escola pública local, a associação de moradores ou atuando em alguma necessidade específica da comunidade como urbanização, saneamento e saúde, etc.
Trabalhando em Organizações Sociais - que atuam em diferentes causas e oferecem inúmeras oportunidades nas áreas da saúde, assistência social, educação, cidadania, cultura, meio ambiente.
Participando de Projetos Públicos - Trabalhando junto às diversas secretarias municipais e estaduais que visam à melhoria da cidade e das condições de vida da comunidade.
Sendo Voluntário em Escolas - Procurar alguma escola pública ou particular. Participar da Associação de Pais e Mestres da escola de seus filhos ou de outros projetos ligados ao voluntariado, por exemplo, Escola da Família que funciona nos finais de semana em todo o Estado de São Paulo. "Voluntariado e Transformação Social" - Palestra gratuita Agende sua participação pelo telefone: - http://www.voluntariado.org.br/ ou voluntariado@voluntariado.org.br

Carolina Alvares Ennes

Analista Operacional Pleno

RATOEIRA


"Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa! A galinha, disse: - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me incomoda. O rato foi até o porco e lhe disse: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira! - Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces. O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse: - O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia caído na ratoeira. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia prendido a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo (pequeno facão) e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo. Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco. "O problema de um, é problema de todos quando convivemos em equipe"

sábado, 26 de abril de 2008

Planejadores.com


Quem é o seu planejador financeiro?

Quando você está com problemas nos dentes provavelmente procura um dentista.

Quando está com problemas de saúde você procura um médico, eu suponho.

Quando está com problemas psicológicos você deve procurar um psicólogo.

Quando está com problemas financeiros, quem você procura?

Você resolve seu problema de saúde sozinho?

Então não tente resolver o seu problema financeiro sozinho também, tenha um planejador financeiro para orientá-lo.

Não importa o seu salário, tenha cuidado e busque ajuda para que você não se prejudique mais com alternativas e escolhas erradas.

-Planejamento Financeiro
-Investimentos
-Seguro de Vida
-Planejamento INSS
-Planos de Saúde
-Seguro Viagem
-Ramos Elementares



http://www.planejadores.com/site/


Receba atendimento especial, informando que visualizou esse anúncio aqui no meu blog.